Mayara Oliveira, 16 anos, Sagitariana, Rio de Janeiro.

' Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser má e tirar as correntes da cobrança do meu peito.




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Posted 3 days ago with 7,640 notes
originally 4seg


Posted 4 days ago with 16,089 notes
originally laraianyb

Tem coisas que Deus dá para a gente aprender. E tem coisas que Deus só dá quando a gente aprende.
— Tati Bernardi. (via c-a-n-a-r-i-o)

Posted 4 days ago with 925 notes
originally c-a-n-a-r-i-o

Oro a Deus não pedindo cargas mais leves, e sim ombros mais fortes. E tenho repetido que no que depender de mim, me recuso a ser infeliz.
Caio Fernando Abreu  (via segredosdeumpoeta)

Posted 4 days ago with 5,355 notes
originally romantizei

Antes eu achava que todo mundo era meu amigo. Um dia, depois de muito sentir um gosto amargo e horrível na boca, descobri que muita gente queria me ferrar. Sim, as pessoas querem (e vão, me desculpa, mas vão) te ferrar. Tem amigo que não suporta te ver feliz. Tem conhecido que não aguenta ver o teu sucesso. Tem amigo que não gosta de ver que o teu relacionamento está dando certo. Tem parente que sente um ciúme trouxa. Tem gente que não sabe o que é gostar. Tem gente que não respeita nada. Acredito no seguinte: o olho das pessoas que gostam de você sempre vai brilhar quando alguma coisa boa te acontece. Se ele não brilha, meu amigo, “há algo errado no paraíso”.
— Clarissa Corrêa (via sibilar)

Posted 4 days ago with 63 notes
originally tododiaameianoite


Posted 4 days ago with 3,309 notes
originally weheartpattinson

Pobre povo desse século da pressa! Precisamos urgentemente voltar o costume “antigo” de “ter tempo”, de dar um tempo para o tempo nos mostrar quem são as pessoas.
— Luís Fernando Veríssimo (via cirandices)

Posted 4 days ago with 106 notes
originally cirandices

Cazuza ainda dizia, lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega mal. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. “Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam, de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e, sim, para disfarçá-la, sufocá-la. Ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem está calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinícius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo: na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.
— Martha Medeiros  (via sibilar)

Posted 4 days ago with 118 notes
originally anmiranda


Posted 4 days ago with 99,294 notes
originally ian-somerhalder

Não me subestime, às vezes eu me faço de cego para enxergar mais longe.
— Cazuza  (via sibilar)

Posted 4 days ago with 20,627 notes
originally nothing-lasts-foreverl

Não sou clichê. Eu posso até ouvir aquelas canções românticas do Caetano que me faça suspirar e lembrar dos bons e velhos tempos, mas eu tô admitindo pra você que eu não sou tão doce assim. Existem vários lados meus que são completamente opostos, e eles mudam conforme o dia, digo, não que tudo seja uma farsa, mas ser igual diariamente não é algo que está ao meu alcance. Eu danço conforme a música, mudo quando o mundo muda. É preciso. Existem dias que o melhor que faço é deitar no sofá, fechar os olhos e viajar com os pensamentos. Há quem diga que prefere meu lado que não se importa com o mundo, outros se encantam com o lado que se importa tanto que chega a ser ingênua demais.. boba demais. E é claro que não há quem me conheça por inteiro, ninguém nunca ousou desvendar todas as “eus” existentes em mim!
— Marianne Bueno  (via desentorte-me)

Posted 4 days ago with 64 notes
originally flordoabismo